

Equipe não é somente o conjunto de pessoas que atuam juntas num determinado projeto, cada qual na sua função. O significado é mais profundo: a ideia é que cada integrante saiba qual é a sua parte no grupo, mas que leve em consideração o todo, valorizando o processo inteiro e colaborando com ideias e sugestões. E o resultado da meta estabelecida, seja num projeto empresarial, num grupo voluntário ou numa sala de aula, não é mérito somente do líder. É mérito de todos!
Faz parte do ser humano o sentimento de pertencer, integrar algo maior que ele próprio e assumir um ideal comum. Portanto, cada integrante de uma equipe precisa ter consciência de que seu trabalho é importante para seu grupo e se sentir valioso para ele.
Trata-se de uma sensação de comunidade em que todos se conhecem, se encaixam, se sentem seguros e amadurecem. Manter uma equipe coesa, no entanto, não é tarefa das mais fáceis. Afinal, trata-se de lidar com seres humanos e saber conciliar suas diferenças.
Tomemos como exemplo o corpo humano. É uma perfeita equipe! Cada órgão tem o seu funcionamento, mas se um deles apresenta algum problema, todo o organismo se estrutura para funcionar da melhor forma possível, tentando minimizar a situação e se esforçando para encontrar um caminho para solucioná-la.
Equipe é isso. Ela tem um líder natural, mas também tem de ter tripulantes e não passageiros. Os passageiros apenas ficam encostados à janela do avião, esperando a aterrissagem. Já os tripulantes colaboram para o sucesso da aterrissagem, porque cada um tem a sua função também. E todas elas são peças fundamentais para que esse avião possa decolar e aterrissar.
O dia-a-dia nos toma tanto tempo que corremos o risco de deixar passar chances únicas em nossas vidas. Temos de ser e não esperar ser, ou seja, as pessoas têm de estar dispostas, principalmente para discutir diferentes assuntos. Além disso, é necessário que cada um tenha também flexibilidade, capacidade de tratar as informações racionalmente e emocionalmente.
Emocionalmente porque todos nós teremos de aprender, daqui para frente, a liderar e sermos liderados por dois princípios: o masculino (como sempre foi) e o feminino, que vem se destacando nas relações interpessoais, principalmente, no trabalho em equipe e na importância da intuição também nos negócios.
Isso habilita a pessoa a aceitar críticas honestas e opiniões conflitantes, ou seja, dá mais jogo de cintura e flexibilidade para receber e dar feedback.
Equipes que encorajam esse tipo de prática vão aproveitar ao máximo as habilidades individuais de seus membros. E se quisermos que as nossas equipes sejam melhores e cumpram os seus objetivos, cada integrante deve se preparar para ser, individualmente, o melhor.
Mas, há um fator extremamente importante também e que poucos discutem. Como é a vida de um líder diante disso? O líder, o chefe, o supervisor, enfim, aquele que estiver no comando do negócio ou da ação, geralmente não é visto como alguém que também tem fraquezas, medos, incertezas e que tem em suas mãos o destino de cada membro da equipe e dos negócios. Muitas vezes ele é visto como o tirano, como o que tem problemas em casa, o que não sabe se relacionar com o resto do mundo, o intransigente, o mal-amado, o egoísta, o marionete da empresa.
No fundo, ele é como qualquer ser humano, e ainda tem seu pescoço à disposição da empresa, caso a equipe não consiga atingir suas metas. Viver sob este tipo de pressão, diariamente, não é nada fácil, e se ainda tem de motivar, controlar e solucionar até problemas de relacionamento dentro de uma equipe, imagine como é o comportamento dessa pessoa.
Você que é líder, veja um pouco mais sobre o que é ser líder e perceba as oportunidades, pois como diria Napoleão Bonaparte: “A capacidade pouco vale sem a oportunidade!”

ü Mantenha-se sempre receptivo à mudança. Tratá-la como sua inimiga o fará fracassar;
ü Mantenha seus colaboradores envolvidos com as mudanças, tanto quanto você estiver. Elas podem ser vencidas com muito trabalho e inteligência, desde que todos estejam juntos;
ü Encare sua realidade, seus desafios e problemas. Só assim é possível virar o jogo;
ü Gerencie menos. Assim você delega tarefas, instaura a confiança e o respeito ao trabalho dos outros e terá tempo para se dedicar aos assuntos mais importantes.
ü O bom humor e a educação são fundamentais para qualquer ambiente organizacional. Isso proporciona um ambiente leve, produtivo e criativo;
ü Estimule a criatividade e abra caminho para receber ideias, sugestões e críticas. Isso é crucial para o futuro dos negócios;
ü Faça elogios, reconheça o bom desempenho dos membros de sua equipe. Assim a equipe se tornará mais motivada, unida e comprometida com os desafios e resultados.
ü Não tema contrariar o senso comum. Decisões ousadas, que sejam baseadas na realidade da empresa, mercado ou negócios, são o caminho para o sucesso.
ü Trate bem as pessoas e dê oportunidade para que sejam ouvidas e se sintam dignas e pertencentes à empresa. Dessa maneira você multiplicará líderes!
ü Um líder deve ser humilde. Só assim ele terá chances de ser um bom líder.
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10 atitudes proibidas no trabalho em equipe

A capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.
“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.
Confira:
1 Ser inflexível e não transparente na comunicação.
“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.
“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.
A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.
2 Não alinhar o objetivo.
Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.
Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.
3 Comprometimento zero.
Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.
4 Falta de planejamento e de respeito a prazos.
Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.
5 Criticar um participante na ausência dele.
Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.
6 Desvalorizar o trabalho do outro.
Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.
7 Não assumir erros.
Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.
8 Ignorar as regras estabelecidas pela equipe.
Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.
9 Desequilíbrio emocional.
Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.
10 Não aceitar as diferenças.
Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.
É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.

Fonte - https://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-atitudes-proibidas-no-trabalho-em-equipe
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Chefes que gostam de mandar, que convidam toda a equipe a tomar decisões ou até mesmo que só ficam distantes. Um estudo divulgado recentemente, realizado ao longo dos últimos dez anos pela consultoria QuotaMais mapeou os oito estilos de liderança mais comuns no Brasil e quais deles têm sido mais adotados por gestores de empresas (nacionais ou estrangeiras) que atuam no país.
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De acordo com o estudo, o estilo que mais cresceu nos últimos três anos foi o visionário, tanto na heteroavaliação quanto na pessoal. Em 2010, 53% dos executivos foram considerados visionários por seus pares ou subordinados. Em 2011, esse percentual foi de 54%, e cresceu para 61% no último ano. Isso pode ser explicado por uma nova dimensão de mundo empresarial exigida pelo cenário econômico atual onde o desalento pode estar tão grande no mercado que os líderes sentem necessidade de propagar uma visão de futuro e a médio prazo, para incentivar suas equipes. Por outro lado, líderes com estilo autoritário e afetivo têm sido menos encontrados ao longo dos anos, embora a porcentagem deste último tenha aumentado entre as autoavaliações. Em 2010, 46% dos líderes foram avaliados pelos outros como autoritários. Em 2011 e 2012 o percentual caiu para 45% e 44%, respectivamente. Já em relação aos líderes afetivos, em 2011 52% foram considerados como gestores deste estilo. No ano passado, esse número caiu para 49%.
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Veja onde se enquadra seu estilo de liderança:
Afetivo: privilegia o apoio às pessoas. É aquele líder que acredita que garantir o bem-estar de cada funcionário no ambiente de trabalho é a sua principal responsabilidade.
Autoritário: tem estilo mandatório e acredita que a relação de poder é unilateral. É o líder que acredita que ele é quem manda. Para esse tipo de liderança, o caminho mais rápido para obter resultados é a obediência imediata.
Coaching: é o líder que estimula os funcionários a crescerem e se desenvolverem, aprendendo no dia a dia do trabalho. É aquele que influencia, estimula ao desafio permanentemente. Esse líder acredita que o seu papel é despertar os funcionários para o desenvolvimento em todos os âmbitos da vida.
Diretivo: como o próprio nome indica, o líder diretivo é aquele que aponta a direção comum até um objetivo. Ele deixa claro o que é esperado de cada pessoa, tem uma relação de influência clara e monitora o tempo todo. Acredita que o seu papel é alinhar esforços para obter objetivos comuns.
Laissez-faire: é aquele líder que se mantém afastado do time, não por planejar o desenvolvimento dos funcionários, mas por desmotivação, insegurança, despreparo, interesses paralelos ou até mesmo falta de tempo. É o líder que gera na equipe o sentimento de abandono.
Participativo: é o líder que anda junto com a equipe e permite que as pessoas participem das tomadas de decisão. Ele acredita que o time tem com o que contribuir e que a melhor solução virá através das contribuições compartilhadas.
Modelador: o líder que segue este estilo é aquele que busca a excelência a um padrão definido. Geralmente, ele é rigoroso não só com os outros, mas consigo mesmo. Acredita que sabe como fazer e que a sua maneira é a melhor para alcançar os resultados.
Visionário: é aquele que está sempre pensando no futuro, que cria dimensões para projetos a longo prazo e, por isso, inspira a equipe. Ele acredita que é o futuro que deve orientar as ações do presente.

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Nos dias atuais, para preservar sua existência e sua participação no mercado, as organizações têm realizado muitas alterações em seus quadros de estrutura organizacional. A nova cultura de incentivo horizontal emprega o trabalho em equipe e diminui níveis hierárquicos, motivando seus colaboradores e comprometendo-os com os resultados do grupo. Em função disso, o mercado passou a buscar profissionais cujas características pessoais incluam a facilidade de relacionamento interpessoal e exercer atividades em grupo. Não basta contratar talentos, eles precisam atuar em sinergia.

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v Liderança v Comunicação v Empowerment v Feedback v Motivação v Estratégia v Diversidade v Tempo v Foco na solução v Sinergia |
Por outro lado, dentro das organizações a cobrança sobre os executivos por resultados acima da média está sendo cada vez mais constante. Isto independe do tamanho da organização. Por este motivo é muito importante que estes profissionais saibam atrair, desenvolver e reter equipes de alta performance. Tratamos nos outros artigos por várias características de uma Equipe de Alta Performance, porém de nada adianta todo este conhecimento e habilidade para se criar e reter um time como este se o líder não tiver a atitude para fazer, ou seja, de colocar todo este aprendizado em prática.

Outro ponto importante dentro da organização é a troca de informação. Quando a comunicação existe e é realizada com qualidade abrem-se portas para solução de problemas e dificuldades com simplicidade e criatividade.
Nesse sentido, é importante compreender que os desafios organizacionais devem ser compartilhados e interligados entre todos os membros da empresa pois profissionais que não compreendem aquilo que é esperado deles tem pouca chance de alcançar os resultados desejados. Mais do que compartilhar ideias, é preciso que haja interação entre todos os membros bem como o reconhecimento da interdependência dos mesmos em prol dos resultados.
Um ambiente aberto a comunicação permite que as pessoas sintam-se respeitadas, comprometidas e satisfeitas por estarem contribuindo e participando ativamente dos processos. A boa comunicação é essencial para o sucesso de qualquer organização porque ‘contamina’ as pessoas com alegria e otimismo. Sem isto dificilmente uma empresa conseguiria superar seus desafios e se manter no mercado de maneira sustentável e duradoura.
Por fim as organizações, para se destacarem das demais, devem criar ambientes saudáveis que promovam e suportem a formação de equipes com profissionais criativos, inovadores e motivados com foco e busca constantes por resultados acima da média.
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Há equipes competentes e há equipes de alto desempenho. O que será que as do segundo tipo têm que as torna diferentes de uma boa equipe? Bem, se pudesse resumir, eu diria: elas têm paixão.

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"Com talento, ganhamos partidas. Com trabalho de equipe, paixão e inteligência, ganhamos campeonatos." A frase é de Michael Jordan, lendário jogador de basquete americano. Está citada no livro Formando Equipes Vencedoras (Editora Best Seller), de Carlos Alberto Parreira.
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Analisando mais de perto essa questão, percebemos que a paixão não existe por si só. Ela tem fontes reais, origens claras e consistentes. Podemos dizer que uma equipe, para desenvolver tal sentimento e atingir desempenho acima do esperado, precisa estar focada em 3 pontos essenciais:
• Definição de meta e objetivo: a equipe precisa de um objetivo bem definido. Uma meta que as pessoas considerem uma missão grandiosa. Equipes de alta performance adoram causas para defender. E essa missão tem de ser acompanhada de uma estratégia inteligente, claro. Uma missão sem estratégia não passa de uma aventura irresponsável.
• Busca por desafios: a equipe deve ser formada por pessoas que, além das qualidades comuns aos bons times, como complementariedade, entrosamento e confiança, gostem de desafios. É bom lembrar que o desafio sempre vem acompanhado de risco. Então, é necessário ter apreço pelo risco.
• Liderança: a equipe deve ter um líder inspirador. Aquele tipo de líder que, além de defender a causa e ter apreço pelo desafio e pelo risco, transpira uma insatisfação pessoal permanente. Ele sempre acha que, por melhores que sejam, os resultados poderiam ser ainda melhores — a começar por seu próprio desempenho.
Para tocar a rotina, uma equipe dita 'normal' é suficiente. Para partir para novas conquistas e colocar a empresa como referência na área em que atua e em um novo patamar com visibilidade é preciso uma equipe de alto desempenho compondo o time de profissionais. Mas cuidado — os times de alta performance, por gostarem de constantes desafios, ficam desmotivados quando não estão enfrentando nenhum e tendem a perder o foco.
Complementando, a equipe precisa estar focada e motivada em buscar e entregar resultados surpreendentes além de ser capaz de proporcionar um ambiente para o crescimento pessoal, profissional e da organização.
No próximo artigo trataremos com mais detalhes sobre o papel da organização na criação de ambientes profissionais que promovam e suportem estas equipes diferenciadas.
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Para uma equipe de alta performance, a paixão pelo resultado é essencial e isso só será alcançado com o exemplo que vem do líder, aquele que compartilha com a equipe a essência do pensamento da organização, que traduz a missão, a visão e os valores daquela empresa e os aproxima da ação dessa equipe. Quando esses princípios são compartilhados apenas entre os componentes da alta direção de uma empresa, não se pode exigir que as demais escalas hierárquicas os absorvam e ponham em prática.
Além disso, é esse líder educador que vai instaurar a saudável prática do feedback, com a finalidade de provocar a melhoria constante nas equipes que lidera. O investimento em educação reforçará as melhores práticas de desenvolvimento e isso trará, aos membros de cada equipe, a percepção de que necessitam para entender o valor da sua atuação individual, de sua contribuição para o trabalho do outro e da contribuição do trabalho de todos para o objetivo maior daquele time.
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O líder dos tempos atuais possui uma visão ampla, ele enxerga além de resultados e tem claro que é dele a missão de motivar, inspirar e envolver sua equipe em um objetivo comum. A grande sacada do líder está em saber enxergar individualmente os membros de sua equipe, levando em consideração os perfis comportamentais e respeitando os limites de cada um.
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Caminhos para a alta performance
A seguir, algumas maneiras de se liderar uma equipe com vistas a atingir a alta performance, extraídas e adaptadas do texto de Jason Hiner, editor chefe da TechRepublic, comunidade virtual onde ele escreve sobre pessoas, processos e inovações tecnológicas. Para Hiner, é possível destacar 05 caminhos principais:
1. Não forneça todas as respostas: Você não tem o monopólio de todas as boas ideias. Quando membros da sua equipe lhe perguntarem o que fazer sobre uma situação, devolva a pergunta, instigando-os. Apesar de uma possível surpresa inicial, depois de um tempo eles irão começar a trazer sugestões. Essa é uma ótima tática porque são eles que lidam diretamente com as situações e clientes e você necessita que eles extraiam todos os detalhes, discutam e estejam mais bem preparados para tomar as decisões mais acertadas na prática.
2. Designe as pessoas para aquilo que desperta paixão nelas: Não cometa o erro de manter uma pessoa em um time ou cargo apenas porque ela já faz aquilo há muito tempo, especialmente se você já identificou que ela tem paixão e aptidão para fazer outra coisa. Se a equipe tem um membro que não está alinhado com a energia geral do time, procure descobrir qual sua paixão e invista nesse membro, migrando-o para uma atividade em que possa ter mais afinidade. E quanto menor a experiência na nova atividade, melhor. A paixão será o combustível para que ele aprenda e cresça.
3. Evite apontar culpados em público: Se um projeto não está indo como planejado e houve falhas, não cometa o erro de apontar culpados em público. O ideal é conversar individualmente com as pessoas, apresentando o que se espera dela, o que saiu errado, o histórico de acertos e possíveis soluções para que ela não cometa o mesmo erra no futuro. Se você culpa um membro publicamente, irá criar uma atmosfera de medo e tolher a proatividade e a criatividade, tão importantes para a inovação.
4. Busque consenso e antecipe possíveis mudanças: Se você está planejando uma mudança no curso das atividades da equipe, antecipe possíveis mudanças e, de preferência, reúna seu time para um brainstorming e levante as opiniões do grupo sobre novas possibilidades de se fazer alguma atividade. Algumas situações de mudanças bruscas são inevitáveis, mas sempre que possível, antecipe os cenários e explique todas as razões.
5. Confie na sua equipe e faça com que todos saibam: Uma das melhores coisas para uma equipe é saber que seu líder tem confiança nas pessoas que compõem essa equipe. Faça com que seus liderados saibam e sintam que você confia neles e em sua habilidade para o trabalho, para a solução de problemas e para atender às demandas dentro do prazo. Caso haja alguém que destoe de sua crença, resolva individualmente.
No próximo artigo trataremos sobre o papel do profissional na composição de uma equipe de alta performance.
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Conceituando equipe de alta performance

Um dos grandes desafios dos líderes nas empresas está na formação de equipes de alto desempenho ou, equipes de alta performance.
Muitas vezes vemos equipes com vários profissionais de alta performance, mas o resultado não é o esperado pois a soma dos esforços não gera sinergia.
Uma coisa é conseguir resultados individuais e outra, completamente diferente, é conseguir que o trabalho seja feito em equipe e com sinergia no processo.
Se cada integrante da equipe fizer força para um lado diferente, não se chega a lugar algum e todo esforço foi desnecessário.
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Os principais obstáculos encontrados nas equipes ditas 'normais' são: • Problemas de relacionamento entre membros da equipe;
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A construção de uma equipe de alta performance é possível, mas é necessário que se dê foco ao trabalho em equipe.
Essa montagem se dá passo a passo:
O primeiro passo é a definição clara do objetivo a ser alcançada, que deve ser um desafio tão forte a ponto de virar um sonho, uma paixão do grupo. Esse é um ponto chave para a construção das equipes, mas quase sempre é deixado de lado pelos líderes no dia a dia das empresas. Raramente encontram-se exemplos de líderes que se reúnem com suas equipes para juntos construírem esse sonho.
O segundo passo é transformar esse sonho maior em metas menores, que serão divididas entre os integrantes da equipe. Essas sub metas quando somadas resultarão na realização do objetivo maior.
Depois disso vem a realização das metas. O líder deve nesse momento identificar claramente o perfil, pontos fortes e fracos de cada integrante da equipe, para usar a diversidade de perfis e competências a favor do grupo.
Conhecer cada integrante da equipe é fundamental para a correta distribuição dos papéis de cada um. Cabe ao líder delegar tarefas e dar autonomia a equipe para que os resultados possam ser maximizados.
Outro ponto chave é o desenvolvimento de relacionamentos baseados em respeito e confiança mútua. A melhor forma para se desenvolver relacionamentos assim é a definição clara de papéis e também de regras de convivência.
Deve-se seguir com rigor os quatro elementos da confiança:
Credibilidade – “Eu cumpro o que prometo, faço o que digo”
Coerência – “Eu digo as coisas que penso e não aquilo que a outra parte gostaria de ouvir”
Aceitação – “Eu entendo que os outros sejam diferentes de mim, seja no que diz respeito às ações, sentimentos ou valores. Procuro não julgar meus companheiros”
Sinceridade – “Eu divido o que tenho com as outras pessoas, abro o jogo quanto a sentimentos,
fatos, informações etc.”
Uma equipe sem confiança entre seus membros não chega a lugar algum. Além desses elementos, uma equipe vencedora precisa também de reconhecimento constante e feedbacks sinceros por parte de todos seus integrantes.
O ciclo se fecha com uma liderança inspiradora.
Este tópico será tratado detalhadamente no próximo artigo onde abordaremos o papel do líder na formação e condução desta equipe.
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